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A história da música será representada desde o século XVIII (Handel, Telemann e dall’Abaco, Gluck, Mozart) até à actualidade (António Pinho Vargas, Angles), passando por uma diversificada galeria de notáveis criadores musicais histórica e/ou esteticamente radicados no século XIX (Haydn, Beethoven e Schubert; Chopin e Liszt; J. Strauss e Offenbach; Wagner, Mahler, Verdi e Puccini) e da(s) modernidade(s) que explode(m) no século XX (Debussy; Ravel e Chausson, Sibelius, Orff, Berio, Ligeti e Stockhausen), para além da evocação, em jeito de boas-vindas a Coimbra, de nomes como Luís Goes, José Afonso e Virgílio Caseiro.
Para a reinvenção deste reportório, e para além das boas-vindas a cargo da Orquestra Clássica do Centro e do Coro dos Antigos Orfeonistas dirigidos por Virgílio Caseiro, visitarão o Festival o Concerto Köln, a Orquestra Gulbenkian dirigida por Joana Carneiro e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Cesário Costa, os pianistas Pedro Burmester, Etsuko Hirosé, Miguel Henriques e António Pinho Vargas, as cantoras Ana Quintans e Sónia Alcobaça, o Quarteto de Cordas de Matosinhos e o coro Lisboa Cantat. Assinale-se, ainda, a visita da Orquestra Geração durante a qual será divulgado o projecto social que a integra.
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No âmbito coreográfico, têm lugar no Festival
“O auto da barca do Inferno” de Gil Vicente (séc. XVI) numa produção do TEUC (Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra)
“Maiorca” pela Companhia Paulo Ribeiro (séc XXI), sobre os “24 prelúdios” de Chopin.
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O cinema clássico será ilustrado por duas obras emblemáticas entre os filmes que misturam exemplarmente drama e aventura:
“Revolta na Bounty” de Frank Lloyd (1935)
“A rainha africana” de John Huston (1951).
Em contraponto, cabe a “Respirar (debaixo de água)” de António Ferreira (2000) representar o actual cinema português. E haverá espaço para o documentário “Oceanos” de Jacques Perrin (2009).
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A palavra escrita será representada por leituras de
“Carta de Pêro Vaz de Caminha” (séc. XV) por André Gago e Carlos Barretto.
“A menina do mar” de Sophia de Mello Breyner (séc. XX) por Beatriz Batarda, com música original de Bernardo Sassetti
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Nos domínios das artes plásticas, estarão em permanência, durante todo o período do Festival, 4 exposições:
“Do mar profundo”, sobre ilustrações de Miguelanxo Prado para o seu filme “De Profundis”;
“Valsamar”, instalação de António Barros, a partir de um texto de José Tolentino Mendonça.
“Curtas sobre a Água: Messages”” com projecção de 11 filmes de vídeo, produzido pela Dupla Cena.
“Imaginário da Paisagem”, colecção BESart, curadoria de João Silvério.
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A água como motora civilizacional e elemento de sustentabilidade ambiental incluirá:
“O rosto da água” de Viriato Soromenho Marques (água e civilização)
“Inventar a água”, projecto escolar sobre “A Menina do Mar” de Sophia de Mello Breyner
“E a água aqui tão perto” com participação de Helena Freitas, Nelson Geada e Francisco Manso, com participação de Rui Ferreira dos Santos
“As águas dos rios”com participação de Francisco Nunes Correia, Neves de Carvalho e Paulo Constantino, com participação de João Pedro Rodrigues
“Água e Património” (projecto escolar).
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Finalmente, o festival proporciona um ciclo do património que será preenchido com 4 propostas:
“Por este rio acima”, percurso no Mondego a bordo do barco “Basófias” com música jazz ao vivo,
“Coimbra, um outro olhar”, percurso na cidade com apontamentos cénicos da Casa da Esquina
“Dos vinhos em volta” (visita à Quinta do Encontro em S. Lourenço do Bairro – Anadia)
“Desta água que corre” (visita ao complexo termal do Luso, Palácio do Buçaco e envolvente).
“Regata Barco-Dragão”, no rio Mondego, organizada pela Câmara Municipal de Coimbra com a Associação Naval Amorense
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Integra também o programa do Festival um ciclo gastronómico que inclui 3 jantares “gourmets”, confeccionados por:
Santi Santamaria, Ana Moura com apoio de Joachim Korper e Vítor Dias com apoio de Albano Lourenço,
Completa o ciclo a conferência “Sabores e luxúrias” de José Bento dos Santos sobre água e gastronomia.
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“Inventar a água”, Exposição permanente –trabalho de ilustração criativa por crianças dos 3 aos 5 anos.
“Correntes de Esperança” – Projecto da Orquestra Geração dirigida por Osvaldo Ferreira.
“Contos à volta do lago”, selecção de histórias para crianças pela Camaleão Associação Cultural.
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“Uma gota no Oceano” de Leonor Nazaré (água e representação)
“Marcas da água” de Alexandre Ramires (água e paisagem urbana).
“Águas mil” de Jorge Calado (água e fotografia),
“Desenhar a água” de João Miguel Lameiras (água e banda desenhada)
“Águas filmadas” de Abílio Hernandez (água e cinema).
“Os 4 rios do Paraíso” de Cristina Castel-Branco (água e arquitectura)





