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16 DE JULHO, 5.ª FEIRA

17:30 — Edifício Chiado – Inauguração

“A minha Universidade faz 725 Anos”

A Universidade de Coimbra celebra, este ano, 725 anos da fundação da Universidade em Portugal, estando, por isso, também em Festa e alinhada com o tema do Festival das Artes.
O objectivo fundamental destas celebrações é mostrar que uma instituição com mais de sete séculos só resiste se se souber reinventar. Pretende-se que esta data seja um encontro com a
história da Universidade, após a sua inscrição na Lista do Património Mundial em 2013. Os edifícios classificados pela UNESCO contam a história das pedras mas ela só se torna viva e actuante através das pessoas que habitam esses espaços. Assim, e dando a conhecer os 32 edifícios pelos quais passou uma parte da vida da Universidade de Coimbra, propõe-se uma exposição com 32 fotografias de grande formato que resultem de um concurso em que se apela aos membros da comunidade da UC – estudantes, antigos estudantes, colaboradores e docentes – que se façam fotografar num dos 32 edifícios (permitindo que o mesmo seja reconhecível), e ostentando a mensagem “A minha UC tem 725 anos”.

Exposição produzida em parceria pela Fundação
Inês de Castro, Universidade de Coimbra e Câmara
Municipal de Coimbra e com o patrocínio do BPI

De 16 de Julho Até 6 de Setembro. Entrada Livre

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17 DE JULHO, 6ª FEIRA

19:00 — Museu Machado de Castro – Inauguração

“Vieira da Silva na Capela do Tesoureiro – MNMC” (até 27 de Julho)

“Escrita Íntima, cartas e desenhos – Arpad Szenes e Vieira da Silva” (até 17 de Setembro)

Escrita Íntima reúne uma selecção de obras de Arpad e Maria Helena, em torno da correspondência trocada entre ambos. São na sua maioria desenhos, testemunhos e retratos um do outro e da sua intimidade, rastos de um enamoramento que passava da vida para a obra. Muitos destes trabalhos não tinham por objectivo o espaço público, eram cartas de amor gráficas, registos de afectos que não encontravam melhor sujeito para o estudo que o ser amado. Neste sentido apresentamos uma série de obras pouco conhecidas, maioritariamente sobre papel e de pequenas dimensões, da colecção da Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. Registos que são também uma escrita íntima e que complementam a correspondência entre os dois artistas. Vieira da Silva era portuguesa e Arpad Szenes húngaro. As cartas que acompanham a exposição, escritas num francês estrangeirado, revelam uma linguagem peculiar com códigos e léxicos próprios.
São documentos com um valor biográfico significativo que favorecem o conhecimento da personalidade de ambos e que ajudam à compreensão da sua produção artística.
Com curadoria de Marina Bairrão Ruivo, directora do Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva, a exposição inaugura no dia 17 de Julho, às 19h00, na sala de exposições temporárias do Museu Machado de Castro, e estará em Coimbra até dia 17 de Setembro. Simultaneamente, de 17 a 27 de Julho, estarão expostas na Capela do Tesoureiro quatro importantes pinturas de Vieira da Silva, uma das quais da colecção do Banco Santander Totta.


4 pinturas comentadas por:
Marina Bairrão Ruivo,
Margarida Montenegro,
Raquel Henriques da Silva
e Cristina Guerra


Exposição produzida em parceria por Museu Nacional Machado de Castro,
Fundação Arpad SzenesVieira da Silva, Banco Santander Totta e Fundação Inês de Castro, e com o patrocínio de Banco Santander Totta

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