Localização



Anfiteatro da Colina de Camões, Quinta das Lágrimas

Assinado pela arquitecta Cristina Castel-Branco e distinguido em 2008 com o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista, o anfiteatro da Colina de Camões medeia a traça contemporânea do edifício “Os Quatro Elementos”, de Gonçalo Byrne, e a mata centenária da Quinta das Lágrimas, entretecendo um diálogo entre a quinhentista Fonte das Lágrimas, a Fonte dos Amores (século XIV), o Jardim Romântico de oitocentos e o Jardim Medieval.

Rematando um ciclo de sete séculos de jardins e coroando um lago de 18 metros de diâmetro, o anfiteatro estrutura-se no contraste entre a pedra branca e a sombra que faz sobre a relva, fazendo conjugar, em ângulos sempre diferentes, por causa do movimento do sol, o verde, o branco e a falta de luminosidade. Cristina Castel-Branco desenhou as bancadas, desconstruindo-as, para jogar com este efeito do sol, relva e sombra, atingindo o princípio seminal da land art: manifestar bem clara numa intenção estética a presença dos processos naturais, evitando-se fazer um anfiteatro que criasse uma densa parede de bancadas, sempre vazias quando não há eventos, com um palco expectante e que por isso desse a impressão de estar incompleto, flutuando no jardim, como uma personagem à procura do autor.

Sala Aqua do Edifício Os Quatro Elementos, Quinta das Lágrimas

Desenhado por um dos mais conceituados arquitectos portugueses, Gonçalo Byrne, o Edifício Os Quatro Elementos surge, lado a lado, em assumido contraste com a arquitectura clássica setecentista do Palácio da Quinta das Lágrimas. A traça modernista de Os Quatro Elementos é inspirada nas filosofias orientais de harmonização entre a obra de arquitectura e os elementos da Natureza, tecendo-se de materiais nobres e orgânicos como a madeira, a pedra e o vidro, numa perfeita sintonia com o jardim exterior e o elemento água, conceito central da Quinta das Lágrimas. A galeria que liga Os Quatro Elementos ao palácio do século XVIII é um corredor de contentores revestidos a cobre, num percurso temporal que se faz junto a uma vasta colecção de obras de arte sobre os amores de Pedro e Inês de Castro.

 

 

 

Edifício Chiado

Sede do Museu da Cidade de Coimbra, o Edifício Chiado é um imóvel centenário e uma das mais emblemáticas e notáveis construções da Baixa da cidade, exemplar raro de Arquitectura de Ferro. Construído em 1900 para albergar uma filial dos Grandes Armazéns do Chiado lisboetas, acolhe, actualmente, a Colecção Telo de Morais, valioso acervo artístico doado ao Município, integrando ainda uma galeria de exposições temporárias, uma biblioteca de arte e um amplo espaço destinado a actividades do serviço educativo do Museu.

 

 

Edíficio CAPC

Fundado em 1958, o CAPC, é um organismo autónomo da Academia de Coimbra.

São objectivos nucleares da sua acção: promover as artes visuais, visando interessar o público para a arte contemporânea; proporcionar um conhecimento alargado dos panoramas artísticos contemporâneos, fomentando o gosto pela fruição artística.

 

 

 

Hotel Vila Galé

Situado no centro histórico de Coimbra, com uma surpreendente vista sobre o Rio Mondego, o Vila Galé Coimbra foi inspirado na cidade que o acolhe. A dança foi o tema escolhido para a decoração deste hotel com 229 quartos, com especial enfoque nas áreas públicas. Na vertente negócios, o Vila Galé Coimbra dispõe, não só, de uma área de convenções com capacidade para receber 600 pessoas, como de todas as infra-estruturas e serviços necessários para a realização de eventos.

 

Exploratório, Centro Ciência Viva de Coimbra

O Exploratório surgiu em 1995 como primeiro centro interactivo de ciência em Portugal, a fim de tornar a ciência mais interessante, acessível e relevante para crianças, jovens e adultos, misturando educação com entretenimento. Instalado provisoriamente na Casa Municipal da Cultura em Coimbra, foi reconhecido em 1998 como Centro Ciência Viva, declarado de utilidade pública em 2000 e passou a ter instalações próprias no Parque Verde do Mondego a partir de 2009. Tornou-se, então, possível criar e instalar uma exposição renovada, designadamente sobre as relações entre as ciências básicas e a saúde: “Em boa forma … com a Ciência”. Enquanto as actividades continuam, uma 2ª fase está em curso, devendo abrir ao público no 2º semestre de 2013.

Museu da água

O Museu da Água de Coimbra tem vindo a afirmar-se como um espaço único no diálogo com a Cidade. E, neste sentido, consegue dinamizar o Parque Dr. Manuel Braga e em particular o Rio Mondego.
Seguindo a sua ação de responsabilidade social e ambiental, a programação que aqui se apresenta pretende estar alinhada com estas preocupações, exibindo um conjunto de manifestações artísticas e culturais que, direta ou indiretamente, nos aproximam a todos da temática ambiental e, em particular, de uma maior reflexão sobre o desenvolvimento sustentável, a conservação da biodiversidade e o Rio Mondego.
A entrar no sexto ano de existência, o Museu da Água de Coimbra continua a pautar a sua programação por uma profunda e profícua reflexão no que ao recurso Água diz respeito. Uma preocupação partilhada, de resto, com a ação de responsabilidade social preconizada pela Águas de Coimbra, “empresa-mãe” deste projeto museológico.
www.museudaagua.com

Museu Nacional Machado de Castro

Instalado num edifício carregado de história, ele próprio uma peça museológica, o museu dispõe, actualmente, das condições indispensáveis para ser entendido como espaço de encontro entre a memória e a contemporaneidade.

Com efeito, o MNMC acaba de receber obras de ampliação e requalificação que constituem não só a maior transformação a que foi submetido ao longo da sua história, mas também uma das mais importantes intervenções ocorridas em museus portugueses e, seguramente, a mais espectacular, pela forma como articula e dialoga com a envolvente urbana e com as colecções que abriga.

Casa das Caldeiras

A Casa das Caldeiras serviu como Central Térmica dos Hospitais da Universidade de Coimbra a partir de 1944. Situada na Rua Padre António Vieira, o edifício opera a transição entre a modernidade da sede da Associação Académica e a monumentalidade histórica dos colégios das Artes e de S. Jerónimo.

Mantendo as características industriais da sala do carvão e das caldeiras, o edifício foi reabilitado pelo arquiteto João Mendes Ribeiro, tendo sido acrescentado um bloco contemporâneo.

Atualmente, a Casa das Caldeiras alberga o curso de Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e a UCV (centro de produção de conteúdos audiovisuais da UC).

Casa da Escrita

A Casa da Escrita tem por horizonte a experiência da beleza da «escrita criativa» e da dignidade da «escrita funcional», assumindo a dupla vocação de criatividade cultural e de serviço à comunidade nas realizações que todas as semanas promove ou acolhe. Se os seus belos espaços de interior e de jardim, regularmente franqueados a visitas guiadas de grupos e escolas, vivem como livres domínios de leitura e escrita sempre frequentados por público juvenil, a Casa da Escrita oferece também a rara valência de residência artística, por onde passam periodicamente escritores de todos os continentes.

 

Biblioteca Joanina

Considerada pela Flavorwire como a mais bela biblioteca do mundo, a Biblioteca Joanina é uma das principais atrações do conjunto monumental conhecido como Pátio das Escolas.

A “Casa da Livraria”, nome por que era conhecida a Biblioteca Joanina, recebeu os primeiros livros depois de 1750, sendo a construção do edifício datável entre os anos de 1717 e 1728. Os três andares do edifício albergam cerca de 200 mil volumes.

A  decoração da Biblioteca Joanina é um hino à globalização. A talha dourada é feita com o ouro do Brasil, as chinoiseries representam o cosmopolitismo do reinado de D. João V, patrono da biblioteca, e os tetos representam os quatro continentes.

Foto de Delfim Ferreira

 

 

 

 

Conservatório de Música de Coimbra (Quinta das Flores)

O Conservatório de Música de Coimbra é um estabelecimento público do Ensino Especializado da Música, criado pela Portaria n.º 656, de 5 de Setembro de 1985. Na altura da sua criação, integrou duas escolas particulares de Música existentes em Coimbra, assumindo-se como continuador, ao nível oficial, da acção pedagógica dessas escolas.

Iniciou a sua actividade lectiva em Fevereiro de 1986, no edifício da Cerca de S. Bernardo, na Ladeira do Carmo, cedido pela Câmara Municipal de Coimbra. Em Outubro de 1987, por cedência da Junta Distrital de Coimbra, mudou-se para o edifício da antiga Maternidade, à Sé Velha. Nos anos lectivos de 1996/97 a 2002/03, utilizou também as instalações do Instituto de Coimbra, na Rua da Ilha, na sequência de um protocolo celebrado com o mesmo Instituto e com a Universidade de Coimbra.

Ocupa provisoriamente parte das instalações da Escola Secundária Dom Dinis, desde o início do ano lectivo de 2003/04, na Rua Adriano Lucas, até à conclusão do novo edifício, localizado na Rua Pedro Nunes

 

Sedeado em Coimbra, mas exercendo a sua acção sobre toda a Região Centro – directamente, ou através das Escolas de Música na sua dependência pedagógica – o Conservatório de Música de Coimbra norteia a sua actividade pelos seguintes princípios:

Promover a aprendizagem, prática e fruição da Música na cidade de Coimbra e na Região Centro.

Contribuir para a formação integral dos seus alunos, como cidadãos e como músicos.

Promover a dignificação profissional e formação do seu pessoal docente e não docente.

BASÓFIAS (BARCO) Cais Parque Dr. Manuel Braga

Descobrir os encantos de Coimbra num percurso ao longo do rio, a bordo do barco “O Basófias”, embarcação vinda de França e especialmente construída para a navegação no rio Mondego, a operar desde 1993. Actuação ao vivo de músicos de jazz.

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