ANFITEATRO COLINA DE CAMÕES, QUINTA DAS LÁGRIMAS

O Anfiteatro Colina de Camões, da autoria de Cristina Castel-Branco, é centrado num lago e tem por cenário a colecção de árvores exóticas dos Jardins da Quinta das Lágrimas e ao longe Coimbra iluminada. Foi distinguido, em 2008, com o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista  e medeia a traça contemporânea do edifício “Os Quatro Elementos”, de Gonçalo Byrne, e a mata centenária da Quinta das Lágrimas, entretecendo um diálogo entre a quinhentista Fonte das Lágrimas, a Fonte dos Amores (século XIV), o Jardim Romântico de oitocentos e o Jardim Medieval. Rematando um ciclo de sete séculos de jardins e coroando um lago de 18 metros de diâmetro. Cristina Castel-Branco desenhou as bancadas, desconstruindo-as, para jogar com o efeito do sol, relva e sombra, atingindo o princípio seminal da land art: manifestar claramente a presença dos processos naturais, evitando um anfiteatro que criasse uma densa parede de bancadas, sempre vazias quando não há eventos, com um palco expectante e que por isso desse a impressão de estar incompleto, flutuando no jardim, como uma personagem à procura do autor.

 

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MOSTEIRO DE SANTA CLARA-A-VELHA

O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha associado de uma forma incontornável à carismática figura da Rainha Santa, D. Isabel de Aragão, representa para a cidade de Coimbra e para o País, uma importante peça que simboliza materialmente essa relevante figura da nossa História. A sua primeira fundação deu-se em 1283, por iniciativa de Dona Mor Dias e, posteriormente, a Rainha D. Isabel decidiu reinstalar as clarissas em Coimbra obtendo para tal licença da Santa Sé a 10 de Abril de 1314. A localização do mosteiro na margem do Mondego marcou inevitavelmente a sua história devido à ocorrência de cheias, que se foram agravando com o assoreamento progressivo do rio e tornado difíceis as condições de vida da comunidade monástica, que se viu obrigada a reformar o mosteiro e altear os pavimentos. Alvo de uma profunda intervenção arqueológica e operação de resgate às águas, o Mosteiro de Santa Clara foi objecto de um projecto de valorização que veio a dotar o espaço de um novo centro interpretativo, inaugurado em 2009, ano em que ganhou o Prémio Municipal de Arquitetura Diogo Castilho. Em 2010 foi destacado como o Melhor Museu Português pela APOM e venceu os Prémios AR&PA e Europa Nostra. Desde então obteve a Nomeação EMYA em 2011 e foi reconhecido como o Melhor Espaço de Eventos na Publituris – Portugal Trade Awards 2013.

 

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CONVENTO SÃO FRANCISCO
O Convento São Francisco começou a ser construído em 1602. Funcionou como espaço religioso e, mais recentemente, como fábrica de lanifícios. Reabriu ao público há cerca de três meses, transformado num espaço vasto e polivalente, que congrega Economia, Cultura, Conhecimento e Inovação, ao serviço do desenvolvimento da cidade e da região. Dispõe de espaços como o Grande Auditório, a Igreja, cerca de 3500m2 de área expositiva, várias salas para a área MICE (Meeting, Incentives, Conferencing, Exhibition) e espaços exteriores e interiores que permitem circuitos informais. Irá ainda acolher um Welcome Center e o Convention Bureau do Centro. O Convento São Francisco está já a potenciar um novo circuito de turismo de negócios e sinergias com os agentes culturais, académicos, científicos e empresariais da região. A Câmara Municipal de Coimbra convida a conhecer este espaço que conjuga património, contemporaneidade e universalismo(s).

 

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MUSEU NACIONAL DE MACHADO DE CASTRO

O Museu Nacional de Machado de Castro deve a sua designação ao conimbricense que foi escultor régio nos reinados de D. José, D. Maria I e D. João VI e o mais notável representante da escultura portuguesa do século XVIII. O Museu abriu ao público em 11 de Outubro de 1913, ocupando os edifícios que, do século XII ao século XVIII, se foram construindo para residência episcopal e, em meados do séc. XX, se adaptam à função museológica. Particularmente notáveis são os vestígios do claustro do período “condal” (c. 1100-c. 1140) e o criptopórtico datado do séc. I que constitui a mais importante construção romana conservada em Portugal. Reaberto na sua totalidade no final de 2012 – seguindo o projeto de requalificação e ampliação do arquiteto Gonçalo Byrne –, o MNMC possui, atualmente, as condições imprescindíveis para ser entendido como espaço de encontro entre a memória e a contemporaneidade.

 

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EDIFÍCIO CHIADO

O Museu Municipal de Coimbra, de estrutura polinucleada e integrado na Rede Portuguesa de Museus, tem sede no Edifício Chiado, imóvel centenário e uma das mais notáveis construções da Baixa da cidade. Trata-se de um exemplar raro da Arquitetura do Ferro, construído em 1910 para albergar uma filial dos Grandes Armazéns do Chiado lisboeta. O edifício acolhe, desde 2001, a Coleção de Arte Telo de Morais, doada ao Município, que inclui um notável acervo de pintura, reunido numa edição galardoada com o Prémio «Melhor Catálogo 2010» da Associação Portuguesa de Museologia.  O Museu Municipal de Coimbra dispõe ainda de duas galerias de exposições temporárias, uma biblioteca de arte e um amplo espaço destinado a atividades do serviço educativo.

 

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JARDINS DA QUINTA DAS LÁGRIMAS, FUNDAÇÃO INÊS DE CASTRO

Nos jardins da Quinta das Lágrimas acumulam-se memórias desde o século XIV. O documento mais antigo onde a Quinta é referida data de 1326, ano em que a Rainha Santa Isabel mandou fazer um canal para levar a água de duas nascentes para o Convento de Santa Clara. Ao sítio de onde saía a água chamou-se “Fonte dos Amores”, por ter presenciado a paixão de D. Pedro, neto da Rainha Santa, por Inês de Castro. A outra fonte da Quinta foi baptizada por Camões de “Fonte das Lágrimas”, por ter nascido das lágrimas que Inês chorou ao ser assassinada. O sangue de Inês terá ficado preso às rochas do leito, ainda vermelhas depois de 650 anos… “Lágrimas são a água e o nome amores”, escreveu Camões nos “Lusíadas”. Em 1650, a Quinta foi murada, fizeram-se caminhos e muros que suportam a terra e as árvores da mata e construiu-se o grande tanque. Entre 2004 e 2008 é recriado um jardim medieval, são restaurados os muros da mata e os canais dos Amores e das Lágrimas, são plantadas cortinas de vegetação, uma alameda de sequóias e um jardim japonês dentro do Hotel e é construído o anfiteatro Colina de Camões (Primeiro Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista 2008) onde todos os anos, na segunda quinzena de Julho, se realiza um evento cultural de nível internacional, o Festival das Artes.

 

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CASA DA ESCRITA

A Câmara Municipal de Coimbra, através da Casa da Escrita, proporciona a experiência da “escrita criativa” e da “escrita funcional” e disponibiliza um espaço de arquivo aberto, que permite aos frequentadores visitarem as rotas da criação da escrita através dos textos que se vão produzindo na própria Casa. Ali, em torno de Cochofel, dos seus livros e das suas revistas, ouvindo música e discutindo artes e ideias, se congregavam outrora Fernando Namora e Carlos de Oliveira, Joaquim Namorado e Arquimedes da Silva Santos, Fernando Lopes Graça e Mário Dionísio, José Gomes Ferreira e Rui Feijó, Luís de Albuquerque e Egídio Namorado, Afonso Duarte e Eduardo Lourenço.

Hoje, nos seus espaços interiores e de jardim extremamente belos, franqueados a visitas de grupos e escolas, presta-se um serviço à comunidade através das realizações que regularmente ali têm lugar. Este espaço municipal conta, ainda, com a rara valência de residência artística, por onde têm passado escritores de todos os continentes.

 

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SALA AQUA DO EDIFÍCIO OS 4 ELEMENTOS, QUINTA DAS LÁGRIMAS

Desenhado por Gonçalo Byrne, um dos mais conceituados arquitectos portugueses, o Edifício Os Quatro Elementos surge, lado a lado, em assumido contraste com a arquitectura clássica setecentista do Palácio da Quinta das Lágrimas. A traça modernista de Os Quatro Elementos é inspirada nas filosofias orientais de harmonização entre a obra de arquitectura e os elementos da Natureza, tecendo-se de materiais nobres e orgânicos como a madeira, a pedra e o vidro, numa perfeita sintonia com o jardim exterior e o elemento água, conceito central da Quinta das Lágrimas. A galeria que liga Os Quatro Elementos ao palácio do século XVIII é um corredor de contentores revestidos a cobre, num percurso temporal que se faz junto a uma vasta colecção de obras de arte sobre os amores de Pedro e Inês de Castro.

 

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HOTEL VILA GALÉ

Situado no centro histórico de Coimbra, com uma surpreendente vista sobre o Rio Mondego, o Hotel Vila Galé Coimbra foi inspirado na cidade que o acolhe. A dança foi o tema escolhido para a decoração deste hotel com 229 quartos. Pela diversidade de oferta a nível lúdico e cultural, bem como pela riqueza natural característica da região e zonas circundantes, Coimbra reúne todas as condições para se tornar o seu próximo destino. Na vertente dos negócios, o Hotel Vila Galé Coimbra dispõe, não só, de uma área de convenções com capacidade para receber 600 pessoas, como de todas as infra-estruturas e serviços necessários para a realização de eventos.

 

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BASÓFIAS (BARCO) CAIS DE EMBARQUE DO PARQUE DR. MANUEL BRAGA

Descobrir os encantos de Coimbra num percurso ao longo do rio, a bordo do barco “O Basófias”, embarcação vinda de França e especialmente construída para a navegação no rio Mondego, a operar desde 1993.

 

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