28 de Julho, 2ª feira

18h00 – Repetição do evento do dia 22

Preço 1 €

Reservas e informações
Telefone: 918 108 232

Orientada por Elsa Ligeiro

Encontro à Sombra para uma conversa-tertúlia sobre Património Literário de Coimbra = Antero de Quental, Eça de Queirós e Camilo Pessanha

 

A Alma Azul nasceu em Coimbra no ano de 1999.

É uma produtora de actividades culturais que tem na edição oitenta por cento do seu trabalho.

Tem editado parte da obra de Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Eça de Queirós, Raul Brandão e Machado de Assis, entre muitos outros autores de Língua Portuguesa, mas também Antologias de poetas brasileiros e espanhóis, resultado de dois Encontros realizados nas cidades de Coimbra e Castelo Branco.

Utiliza grande parte das obras que edita como suporte das suas actividades de promoção e divulgação da Leitura em Bibliotecas Municipais, Centro Culturais e outros espaços públicos.

O seu grande projecto é tornar a leitura um acto quotidiano e acessível ao maior número de portugueses.

Criou para o efeito uma colecção de grande sucesso – Literatura Portátil – da qual já editou 57 títulos, que mais que uma edição de bolso propõe múltiplos e diversificados conteúdos literários como o conto; a antologia de poesia; e a crónica de viagem.

Os livros, com um preço acessível, reduzidos no formato e muito selectivos, pretendem ser um bom encontro literário para jovens, ou para pessoas sem hábitos de leitura.

Realiza desde 2009 o Festival de Língua Portuguesa – A LÍNGUA TODA, dedicado à diversidade cultural dos países que se expressam em português.

Tendo como matriz a Literatura, procura um diálogo com outras artes como: o Cinema, o Teatro, ou a fotografia.

Criou ainda o projecto EM NOME DA BEIRA dedicado à Identidade cultural das Beiras.

E porque acredita na economia solidária, criou de raiz uma Biblioteca na aldeia de Tinalhas, concelho de Castelo Branco, em Setembro de 2008.

O projecto tem como suporte económico as antologias Mil Razões Para Ler Um Livro que a Alma Azul promove junto com a divulgação de novos autores através de Uma Boa Razão Para Escrever Um Livro que vai na terceira edição.

Instituiu em 2008 o Prémio Ciranda que destaca o melhor livro editado em Portugal no ano anterior.

O vencedor da edição de 2008 foi Jaime Rocha, com o livro Anotação do Mal, da Sextante Editora

Em 2009 o vencedor foi Rui Zink, com o livro O Destino Turístico, da editora Teorema.

Dulce Maria Cardoso, com o livro O Chão dos Pardais, da ASA, ganhou o Prémio Ciranda, em 2010, que a autora recebeu na Quinta das Lágrimas, em Coimbra (ver fotografias)

Em 2012 a vencedora foi Teolinda Gersão com o livro A Cidade de Ulisses.

O livro Barro, de Rui Nunes, foi o escolhido  em 2013, com anúncio formal na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, no dia 27 de Setembro.

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